São Paulo vence Havaí e respira, Lucas Pratto se destaca no jogo e na vida

Em longa matéria do globoesporte.globo.com feita depois da vitória de 2 a 0 do São Paulo diante do Havaí você pode conhecer um jogador que ama o que faz, seu nome é Lucas Pratto. O argentino disputa cada lance como se fosse o último. A forma com que Pratto encara o futebol é, na verdade, o modo como ele encara a própria vida. Sacrifício é uma palavra constante em seu dicionário, algo que o atacante do tricolor aprendeu com sua mãe, Daniela.

Sem uma figura paterna presente, Pratto viu desde muito cedo a luta intensa de sua mãe limpando casas em La Plata para lhe dar uma infância melhor. Porém, bastava a mãe sair para trabalhar que Lucas e seu irmão Leandro partiam para o quintal bater bola.

Pratto gostava muito do futebol de Enzo Francescoli, ídolo do River Plate. O amor pelos Xeneizes foi introduzido por um tio fanático do Boca que o levou a alguns jogos da equipe na melhor fase da história do clube, o início dos anos 2000. Leandro, torcedor do Gimnasia y Esgrima, diz que nunca tentou convencer o irmão a torcer pelos Lobos.

Na Argentina, os jovens são introduzidos ao futebol em partidas de sete jogadores para cada lado. No Gimnasia de Los Hornos, equipe do bairro vizinho ao dos Pratto, Lucas jogava praticamente como zagueiro, saindo com a bola dominada de trás para criar o jogo.

Foi no Cambaceres que o argentino começou a brilhar. Inicialmente, jogava como um número 5, o volante à frente da zaga.

Com 15 anos já mostrava o tipo físico que chamaria atenção mais tarde. Grandão e de costas curvadas, ganhou do irmão o apelido de “Maguila, o gorila”, pela semelhança física com o personagem do desenho animado. O corpo lhe dava vantagem na comparação com os adversários da mesma categoria.

O sonho de ser jogador de futebol já acompanhava o menor dos irmãos Pratto desde pequeno. No Cambaceres, apesar de se tratar de um time modesto, o hoje capitão são-paulino confiava em suas próprias condições para chegar em clubes maiores e se tornar um profissional. Essa vontade, entretanto, passava dos limites de vez em quando.

Apesar de ser o craque da base do Cambaceres, o argentino sempre manteve a simplicidade. Jogava com chuteiras vermelhas feitas por um sapateiro em seu bairro. Essa humildade acabava gerando ascendência sobre o grupo de jogadores, que viam em Pratto um exemplo não só pelos gols, mas pelo esforço e pela personalidade vencedora.

A sequência de gols e boas partidas chamava atenção dos outros clubes da categoria, mas Pratto não conseguiu entrar para as inferiores de Estudiantes ou Gimnasia.

Para saber mais sobre Pratto consulte o artigo completo aqui.

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