Presidente do Corinthians se diz pessimista sobre a vinda de Cicinho

O Corinthians está buscando mais três esforços para engrossar o time para as disputas que se seguem. Entretanto, a vida do departamento de futebol não anda fácil, nesse sentido. O clube estava negociando um acerto com o lateral Cicinho, que atualmente joga no futebol da Bulgária. A diretoria do “timão” tinha praticamente acertado um acordo verbal com o jogador, mas o Ludogorets não parece disposto a concretizar as tratativas.

Durante uma entrevista, o presidente do clube paulista se mostrou bastante pessimista em relação ao acerto de contrato com Cicinho. “Não estamos tão esperançosos quanto estávamos em relação e ele.”, disse o presidente Roberto de Andrade. Até o momento, o Corinthians conseguiu trazer o atacante Clayson, que segundo a reportagem do Esporte Uol, deve estrear já na próxima partida do Campeonato Brasileiro, contra o Atlético-GO.

O representante de Cicinho foi a Bulgária para tentar definir o regresso do jogador ao futebol brasileiro. A proposta entre eles e o clube de Roberto de Andrade previa um contrato que poderia varia entre seis a 12 meses. Além disso, o agente do atleta viajou à Europa com intuito de antecipar as férias do lateral. De acordo com o Esporte Uol, ele teria ainda mais dois jogos a cumprir junto aos europeus.

O Corinthians ainda tenta acertar contrato com um zagueiro e um meia, além de um lateral, já que as negociações com Cicinho parecem não dar frutos. Ele ainda tem contrato vigente até meados de 2018 com os búlgaros. Durante a entrevista, Roberto Andrade rechaçou os boatos de que estaria empenhado em contratar os jogadores Régis, atualmente no Bahia, e Nenê, jogador do Vasco. Ele ainda mencionou que o clube tem feito um gestão com o objetivo de diminuir despesas. Mas, os resultados não devem aparecer a curto prazo.

“Temos de nos adequar a esse momento que estamos vivendo no Brasil, que está durando demais. Só que, no Corinthians, você não consegue de imediato fazer redução de despesas mandando gente embora, não resolveria”, apontou.

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