Liverpool vai com força máxima para o Mundial de Clubes da FIFA

O Liverpool encerrou a última temporada do futebol europeu da melhor forma possível, conquistando pela sexta vez em sua história o título da UEFA Champions League. Porém, todo este sucesso tem um preço e ele começará a ser pago neste final de 2019 com um conflito de datas que irá tornar a vida do clube mais difícil neste mês de dezembro.

No dia 17 de dezembro o clube entrará em campo pela Copa da Liga Inglesa, enfrentando o Aston Villa em confronto único pelas quartas de final da terceira competição mais importante na hierarquia do futebol inglês atrás da FA Cup e da Premier League.

Já no dia 18 de dezembro, menos de 24 horas depois os Reds entram em campo no Qatar pela estreia do time no Mundial de Clubes da FIFA, fazendo o seu primeiro confronto já nas semifinais e podendo encontrar o Monterrey do México, Al-Sadd do Qatar, que entra no torneio como representante do país sede ou Hienghène da Nova Caledônia, que conquistou nesta temporada a Liga dos Campeões da Oceania.

Com dois jogos em menos de 24 horas e sem a sensibilidade de nenhuma entidade para adiar uma das duas partidas a solução encontrada pelo Liverpool foi caseira e decidida em conjunto entre a comissão técnica e os jogadores: os titulares irão para o Qatar junto com o técnico Jürgen Klopp, enquanto os jogadores mais jovens ficarão na Inglaterra para a disputa da Copa da Liga, junto com Neil Critchley, o técnico da equipe Sub-23.

Alguns jornais ingleses contam que em um primeiro momento a ideia de Jürgen Klopp era dividir de maneira mais homogênea seu elenco, mas os principais jogadores fizeram questão de ir com força máxima ao Qatar para tentar um título inédito na história do clube.

O Liverpool chega ao Qatar como o favorito para ficar com o título como o grande favorito, segundo os principais sites de apostas esportivas do mundo todo, como o betboo. O grande adversário dos Reds promete ser o Flamengo, mesmo clube que o venceu na final da Copa Intercontinental em 1981 no Japão.

Os europeus não são surpreendidos no Mundial de Clubes da FIFA desde 2012, quando o Corinthians conseguiu a vitória contra o Chelsea também no Japão.

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