FIFA elogia Copa do Mundo do Brasil

A Fifa realizou um evento nesta terça-feira (20), na cidade de São Paulo, para falar a respeito do legado da Copa do Mundo de 2014. E como o assunto era legado, a Fifa aproveitou para elogiar a organização da competição. Em tom político, a coletiva serviu para que a instituição e o governo federal defendessem as obras que foram realizadas no país.
FIFA Copa do Mundo do Brasil
“Penso que o Brasil fez muito para a Copa do Mundo. Muito mais do que foi exigido pela Fifa para sediar o evento”, disse Luis Fernandes, secretário-executivo do Ministério do Esporte.

“O Brasil foi bem tanto para a mídia como para os fãs. Talvez tenha ocorrido problemas, mas nenhuma reclamação me foi enviada à mesa a respeito de qualquer questão de infraestrutura”, completou Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa.

A mobilidade foi um dos tópicos utilizados por Fernandes e Valcke para explicar como o Brasil se preparou bem para a Copa do Mundo.

“Observem os investimentos em aeroportos: foram concluídos 95%, e não tem como explicar a operação que tivemos na Copa se não for com um investimento dessa forma. Não se faz um evento do porte da Copa do Mundo se trabalhar com um grau alto de atrasos. O Brasil superou as metas mais difíceis, como a da União Europeia, e isso só foi possível por causa dos investimentos que foram feitos nos aeroportos”, discursou o representante do Ministério do Esporte.

“Teve muita preocupação a respeito dos fãs que viajariam pelo país, uma vez que o Brasil é bem extenso. Aeroportos, acomodamento, deslocamento entre os aeroportos e os estádios, por exemplo. Tenho a impressão de que não tenha havido problemas”, complementou o secretário da Fifa.

Em dezembro de 2014, a avaliação do TCU (Tribunal de Contas da União) indicou que apenas 14 das 26 obras aguardadas em aeroportos para a Copa do Mundo tinham sido acabadas. Além do quê, o gasto dessas obras aumentou de R$ 2,66 bilhões para R$ 4,4 bilhões.

Ainda de acordo com a avaliação, algumas operações em aeroportos, como os aparatos de Confins (MG) e Fortaleza (CE), já têm contratos em fase de anulação. O aeroporto de Porto Alegre, que possuía apenas 1,85% de obras concluídas até o começo da Copa, agora tem o ano de 2016 como um novo prazo de entrega.
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