Dobra numero de garotas participando ativamente do futebol inglês.

A terceira colocação na Copa do Mundo de 2015 realizada no Canadá, foi o melhor resultado da Seleção Feminina inglesa de futebol e isso gerou um grande interesse por parte das mulheres no país a fim de investir na modalidade ou apenas curtir o esporte. Na ocasião o torneio teve uma alteração em relação aos anteriores quanto ao número de participantes, com a expansão de 16 para 24 seleções. A Inglaterra perdeu para o Japão o que foi uma grande surpresa na Copa, mas as orientais acabaram caindo diante das americanas na grande final por 5 a 2.

A Federação de futebol do país elaborou um plano a longo prazo para aumentar o envolvimento das garotas no esporte com a previsão de até seis milhões de participantes ativas até 2020 o que seria o dobro da quantidade atual.

O plano já tem até nome, Gameplan for Growth, que consiste basicamente em aumentar o número de envolvidos do gênero no esporte. Fala-se até mesmo de permitir tomada de decisão por parte das mulheres no esporte como um todo. Entre os grupos participantes temos atletas, treinadores, árbitras e dirigentes.

Com isso, a Associação de futebol inglesa, pretende mudar o paradigma sobre a modalidade e ainda quebrar certas barreiras sociais quanto a inclusão de mulheres no esporte. Espera ser um ganho de qualidade que suba a perspectiva comercial do futebol feminino do país, com isso os ganhos indiretos econômicos vão subir também.

Desde o início de 2014, a liga feminina tem apenas duas divisões nacionais e várias outras regionais, posso ser a Copa da Inglaterra que vem sendo disputada desde 1970 e que vem com um grande público com direito a finais entre clubes bastante conhecidos na categoria masculina, como Arsenal e o Chelsea.

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