tributação e auditoria na cbf

Adiada votação da proposta sobre tributação e auditorias na CBF

No inicio do mês de Abril houve um debate sobre o projeto que tem como objetivo renegociar as dívidas dos clubes de futebol brasileiros, o redator da proposta foi o Deputado Otávio Leite, em seu relatório consta que os clubes deverão ser obrigados a debitar todas as suas dívidas em até 25 anos. A Câmara dos Deputados planejava ainda este ano votar no projeto, a proposta foi apresentada dia 20 deste mês ao Ministro dos Esportes. Após muita movimentação da Câmara entendeu-se que a posição dos Deputados era a favor da lei e que não haveria anistia nem perdão dos débitos. Além disso existe um interesse na criação de loterias com parte da renda destinada ao financiamento de programas esportivos e bolsas para esportes olímpicos.

 

No ano de 2013 a proposta previa um aumento de 10% na Cofins, a renegociação das dívidas era em torno de R$ 4 bilhões e o objetivo inicial era uma quitação de 90% por meio de investimentos esportivos, 10% seria pago em dinheiro,  projetos voltados para jovens de escolas públicas  e outras instituições reconhecidas pelo MEC, a maior parte do projeto de lei continha mudanças no setor de Loteria dos sports como a Timemania, Loteca, entre outras, não era muito diferente do que se espera atualmente.

Segunda-Feira (28) representantes de diversos clubes brasileiros foram a Brasília discutir mudanças no projeto esperando uma resposta positiva do plenário, por pressões feitas através esta renegociação será mais uma vez adiada, contando com esta somam-se quatro prorrogações num intervalo de apenas três semanas, uma nova tentativa será realizada na próxima terça-feira (6).

 

O Botafogo foi utilizado como bode expiratório para inicio de uma discussão do porque que uma renegociação pode ser vantajosa para o país e para os clubes, o trecho mais comentado foi o de Otávio leite onde existe uma previsão de recolhimento de até 10% dos patrocínios da CBF para investimento em iniciativas esportivas e os 10% do Confins que permanecem desde então.

 

O presidente do Botafogo aprovou as mudanças e se mostrou chateado com o adiamento, a pergunta que fica é quando finalmente este assunto se dará por encerrado e o quanto vai custar para o país estas renegociações.

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